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sábado, 22 de outubro de 2011

A Música de Bollywood

O compositor RD Burman e  cantora Asha Bhosle

Qual é coisa que mais amamos nos filmes indianos? Levante a mão quem acha que é a música.

Há uns 10 anos atrás, um colega de trabalho ofereceu-me uma gravação daquela que é, até hoje, aquela que considero a melhor compilação de sempre de faixas musicais do cinema indiano, Bollywood Funk, da editora Outcaste Records.

Bollywood Funk agrega algumas das melhores e mais irresistíveis canções daquele que é provavelmente o período mais criativo, experimental (e, de forma geral, bombante) da composição de bandas-sonoras para o cinema indiano. Reunindo faixas de filmes dos anos 70 e 80, este é, como o nome indica, um disco muito funkadélico e apelativo, mesmo para quem não percebe Hindi ou acha o cinema indiano piroso. Se todos o oferecêssemos aos nossos amigos, o mundo seria um sítio mais fixe.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Concertos


Se puderem, não deixem de ir no dia 21 de Janeiro ao Maus Hábitos, na Rua de Passos Manuel no Porto.

Para além do Histerical One Man Orchestra e dos Paradox Circle, vai tocar o Franklin Pereira do qual já aqui falei noutras ocasiões e com o qual, juntamente com o arleqvino e mais uns amigos, tive a recente oportunidade de "tocar".

Tenho a certeza de que vale a pena ver!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Kashf

Bem, este artigo não é exactamente sobre a cultura indiana mas envolve um sitarista que já referimos aqui (Franklin Pereira) bem como dois dos elementos do Grand Masala (eu mesmo e o caro Arleqvino).

No próximo dia 21 de Dezembro vai haver um evento musical, de improvisação, que contará com 8 intervenientes; chamar-se-á Kashf e será realizado no próximo Solstício de Inverno (hemisfério norte).

À semelhança de um outro evento que realizei (Hecatombe) a ideia foi reunir pessoas (músicos e não-músicos) num espaço de experimentação sonora.
E é mesmo isso que podem esperar deste evento igualmente: muito experimentalismo descomprometido e sem receios.

Musicalmente falando, imagino que o resultado venha ser interessante porque para além do referido sitarista, vamos ter também didgeridoo, um percussionista e malta da electronica experimental/noise com guitarras, samplers, instrumentos caseiros (a minha Atari Punk Console, por exemplo) processadores de efeitos e o que mais se lembrarem entretanto.

Nada foi previamente definido, tirando uma linha geral de orientação (mais espiritual que técnica em boa verdade), de modo a não comprometer a espontaneidade dos intervenientes e a assegurar uma fluidez que de outro modo se perderia.

Quem nos vai acolher é a Fábrica de Som, no Porto e a entrada é gratuita; prevemos começar por volta das 22h e acabar quando já não conseguirmos tocar mais, ou nos puserem de lá para fora... o que acontecer primeiro.

Deixo-vos a lista de intervenientes a título de curiosidade

António Lopes - Sampler (e mais qualquer coisa se calhar)
Nuno Carvalho- Didgeridoo
João Filipe - Percussão
o nosso Arleqvino - guitarra, baixo, voz e efeitos (acho eu)
Franklin Pereira - Sítara
Pedro Pereira - Sampler, pré-gravações e efeitos
eu próprio - Samplers, Atari Punk Console e coisas
Francisco Cardoso - Imagens e afins

Podem contar com (além do som, claro) luzes que piscam, visuais coloridos e muito incenso nepalês ;)

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