Como acontece com muitos fãs de cinema indiano, o cinema comercial de Bollywood deixou de me entusiasmar tanto quanto antes e comecei a procurar alternativas nos cinemas marginais, digamos assim, das grandes produções de Mumbai.
Há quem, nessa jornada, encontre o vigor do cinema tâmil. Há quem se apaixone pelo lirismo bengali. Há quem mergulhe na intelectualidade do cinema paralelo. E eu decidi partir à decoberta do cinema do Paquistão.
Tendo a indústria de cinema paquistanesa sucumbido à censura, à pirataria de cinema indiano e à falta de meios e de mão de obra qualificada, poderia haver verdade no ressurgimento da glória do cinema paquistanês apregoado nos blogs sobre Lollywood?

