Amigos, a Casa da Achada tem apresentado sessões de cinema ao ar livre às segundas-feiras à noite no âmbito do ciclo Assim Começaram 13 Grandes Realizadores.
As projecções começam às 21h30, no Largo da Achada, e na próxima segunda será exibida a obra de estreia de Satyajit Ray, Pather Panchali.
Este ciclo prolonga-se até finais de Setembro no que prometem ser noites de Verão bem agradáveis no coração alfacinha.
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Pather Panchali - cinema ao ar livre em Lisboa
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
Flores de Papel na Casa da Achada
Relembramos os nossos leitores que é já na próxima segunda-feira dia 28 de Junho que a Casa da Achada, em Lisboa, exibe a obra-prima do realizador indiano Guru Dutt intitulada Flores de Papel (Kaagaz ke Phool).
A sessão começa às 21:30 e a entrada é gratuita.
Esta é uma oportunidade raríssima de ver uma exibição pública em Portugal daquele que é considerado um dos melhores filmes indianos de sempre.
Casa da Achada - Centro Mário Dionísio
Rua da Achada, 11, R/C
1100 - 004 Lisboa
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
Ciclo "Filmes proibidos antes do 25 de Abril" na Casa da Achada - Lisboa
A Casa da Achada, sede do Centro Mário Dionísio, vai apresentar nos próximos meses um ciclo de cinema dedicado aos filmes proibidos durante a ditadura em Portugal.
Dia 28 de Junho - sim, nós sabemos que ainda falta muito tempo - será exibido o magnífico Flores de Papel, do aclamado realizador indiano Guru Dutt. A não perder.
"Uns 3500 filmes foram proibidos durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 abril de 1974. Por razões politicas. E também por razões "morais". Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a "exame", uma vez que de antemão sabiam que eles não "passariam". Nem com os cortes habituais.
Qualquer filmo russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme dum pais do leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da "nova vaga" francesa, variós filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outras, não "passaram na censura" e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles.Por exemplo, ROMA, CIDADE ABERTA de Rossellini, HIROSHIMA MEU AMOR de Resnais, OS OLVIDADOS e UMA CÃO ANDALUZ de Buñuel, O COURAÇADO POTEMKIN de Eisenstein, JAIME de António Reis."
Dia 28 de Junho - sim, nós sabemos que ainda falta muito tempo - será exibido o magnífico Flores de Papel, do aclamado realizador indiano Guru Dutt. A não perder.
"Uns 3500 filmes foram proibidos durante a ditadura, desde a criação da Inspecção dos Espectáculos, em 1928, até ao 25 abril de 1974. Por razões politicas. E também por razões "morais". Muitos outros não chegaram a ser proibidos porque os distribuidores nem sequer os apresentavam a "exame", uma vez que de antemão sabiam que eles não "passariam". Nem com os cortes habituais.
Qualquer filmo russo (entre 1936 e 1970), qualquer filme dum pais do leste (entre 1947 e 1970), qualquer filme indiano (entre 1953 e 1973) estava impedido de ser exibido, fosse ele qual fosse.
Com pequenas excepções, todos os filmes de Eisenstein, de Vertov, de Buñuel, de Pasolini, muitos filmes neo-realistas italianos e da "nova vaga" francesa, variós filmes de Chaplin, de Renoir, de Bergman, entre outras, não "passaram na censura" e só puderam ser vistos nas salas portuguesas depois do 25 de abril.
Nos ciclos anteriores, incluímos alguns deles.Por exemplo, ROMA, CIDADE ABERTA de Rossellini, HIROSHIMA MEU AMOR de Resnais, OS OLVIDADOS e UMA CÃO ANDALUZ de Buñuel, O COURAÇADO POTEMKIN de Eisenstein, JAIME de António Reis."
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